“Salta aos olhos que a crise climática só poderá ser enfrentada a altura quando o menos-carbono (a redução de emissões e o sequestro de gases-estufa) for reconhecido como valor econômico conversível”, avalia Alfredo Sirkis.
Lançada na sociedade após uma proposta do Brasil em uma articulação do parágrafo 108 da Divisão de Paris, feita por Sirkis e por Everton Lucero, a criptomoeda do clima visa a precificação positiva de ‘menos-carbono’. Em seu texto o nosso Diretor Executivo, exprime os motivos que resultaram na paralisação no desenvolvimento da moeda do clima pelo Banco Mundial.
Sirkis analisa criticamente as milhares de criptomoedas – especialmente o Bitcoin – mencionando suas artificialidades e os danos ambientais causam no planeta, já que a informática de block chain acarreta imenso gasto energético. Para ele, uma criptomoeda lastreada simplesmente no menos-carbono, para o qual já enchem mecanismos técnicos de certificação, é “uma arma cujo potencial não pode mais ser desprezado”.
Acesse o artigo divulgado no Observatório do Clima sobre a COP25 e a criptomoeda do clima:
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